Drywall Curitiba - Steel Frame Curitiba

A tecnologia drywall está presente no Brasil há mais de 20 anos, tendo conquistado primeiramente o mercado comercial e corporativo. Com o tempo, suas vantagens conquistaram também a área residencial, chamando a atenção das grandes construtoras e dos consumidores finais, principalmente nas grandes capitais. É distribuidor autorizado de grandes marcas como Knauf, LP, Ananda, Brasilit, Isover, Tarkett, entre outras.

DRYWALL

Rapidez e limpeza na montagem. Reformas fáceis. Ganho de área útil. Manutenção e reparos. Isolamento de ruídos.

STEEL FRAME

Light steel framing (LSF) é um sistema construtivo estruturado em perfis de aço leve galvanizado formados a frio.

PISOS VINÍLICOS

Piso vinílico é um revestimento produzido a partir de PVC, cargas minerais, plastificantes, pigmentos e aditivos.

FORRO

O sistema de tetos drywall é formado por uma estrutura de perfis metálicos onde são aparafusadas chapas drywall.

Sobre a Montare

No mercado de drywall desde 1995, a Montare agregou o light steel framing ao seu roll de atividades, comercializando todos os materiais necessários para a execução de obras modernas e construções industrializadas.

Informações

DRYWALL - Critérios de Conformidade - Legislação
Código de Defesa do Consumidor (Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990)

Até a publicação desta lei, as normas brasileiras apenas serviam de orientação para a fabricação de produtos e execução de serviços, mas não tinham obrigatoriedade por força de lei. O Código de Defesa do Consumidor diz em seu Artigo 1º: “O presente código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social, nos termos dos art. 5º, inciso XXXII, inciso V, da Constituição Federal e art. 48 de suas Disposições Transitórias”.

E declara, no capítulo V, seção IV, artigo 39, inciso VIII: “É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas, colocar no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro)”.

Quanto à questão da responsabilidade, o Código de Defesa do Consumidor estabelece no Capítulo IV, Artigo 12: “O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos”.

Normas para licitações de órgãos públicos

(Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993) A lei define, no seu capítulo I, seção II, art. 6º, inciso X: “Projeto Executivo - o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”.

Sanções

As sanções previstas nas duas leis vão desde uma multa até a interdição total do estabelecimento ou obra, passando por infrações criminais e penais, apreensão do produto, cassação de registro, proibição de fabricação, cassação de licença e intervenção administrativa.

Fonte(http://qualidadedrywall.org.br/site/index.php?area=89&submenu=11)
DRYWALL - Últimas Notícias do Mercado da Construção Civil
Está no ar o site do Programa Setorial da Qualidade do Drywall (PSQ-Drywall), instrumento oficial criado e coordenado pela Associação Brasileira do Drywall para assegurar ao mercado da construção civil e ao consumidor final a conformidade dos componentes dessa tecnologia construtiva às normas técnicas brasileiras.

No novo site, cujo endereço é www.qualidadedrywall.org.br , todos os interessados encontrarão informações detalhadas sobre o programa, com destaque para a lista das empresas cujos produtos foram aprovados nos ensaios periódicos realizados pelo programa, bem como pela publicação da relação das que foram reprovadas.

O sistema drywall, introduzido no Brasil de forma intensiva em meados dos anos 1990, vem ganhando espaço crescente na construção brasileira. É utilizado em substituição aos métodos tradicionais nas vedações internas (paredes, forros e revestimentos) de qualquer tipo de edificação. O PSQ-Drywall, vinculado ao Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) do Ministério das Cidades, avalia sistematicamente a conformidade de todos os componentes desse sistema às normas técnicas brasileiras. Desse modo, dá mais segurança a projetistas, construtores, prestadores de serviços e consumidores finais, para que só utilizem materiais aprovados por esse programa.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a produção, comercialização ou utilização de produtos fora das especificações das normas técnicas é crime. As sanções previstas vão desde uma multa até a interdição total do estabelecimento ou obra, passando por infrações criminais e penais, apreensão do produto, cassação de registro, proibição de fabricação, cassação de licença e intervenção administrativa.

Fonte(http://www.drywall.org.br/imprensa.php/2/840/psq-drywall-tem-site-na-internet/)
PBQP-H Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat

O PBQP-H, Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, é um instrumento do Governo Federal para cumprimento dos compromissos firmados pelo Brasil quando da assinatura da Carta de Istambul (Conferência do Habitat II/1996). A sua meta é organizar o setor da construção civil em torno de duas questões principais: a melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva.

A busca por esses objetivos envolve um conjunto de ações, entre as quais se destacam: avaliação da conformidade de empresas de serviços e obras, melhoria da qualidade de materiais, formação e requalificação de mão-de-obra, normalização técnica, capacitação de laboratórios, avaliação de tecnologias inovadoras, informação ao consumidor e promoção da comunicação entre os setores envolvidos. Dessa forma, espera-se o aumento da competitividade no setor, a melhoria da qualidade de produtos e serviços, a redução de custos e a otimização do uso dos recursos públicos. O objetivo, a longo prazo, é criar um ambiente de isonomia competitiva, que propicie soluções mais baratas e de melhor qualidade para a redução do déficit habitacional no país, atendendo, em especial, a produção habitacional de interesse social.

PBQP-H Sistema de Qualificação de Empresas de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos SIMAC

Princípios e Objetivos - Combate a não conformidade

A não-conformidade técnica de materiais e componentes da construção civil resulta em habitações e obras civis de baixa qualidade, afetando o cidadão, as empresas e o habitat urbano como um todo. Desperdício, baixa produtividade, poluição urbana e déficit habitacional fazem parte de um cenário, que o Sistema de Qualificação de Empresas de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos se propõe a transformar, em parceria com o setor privado.

Hoje, existem materiais, organizados em Programas Setoriais da Qualidade (PSQs), que ultrapassam o índice de 90% de conformidade, promovendo um cenário de crescente isonomia competitiva no setor da construção civil.

As ações de combate a não-conformidade insere-se num contexto de adaptações pelas quais passa a economia brasileira, relacionadas à estabilização monetária, ao rearranjo dos agentes econômicos e ao processo de ajuste de preços relativos, onde observamos as seguintes tendências nos segmentos produtores de materiais de construção:

- deterioração da qualidade dos produtos (nacionais e importados) e da atividade comercial e degradação de alguns tipos de componentes e materiais, com grande dificuldade na recuperação da imagem do produto;

- crescimento da atividade de não-conformidade sistemática de alguns fabricantes que desestabilizam, por efeito "dominó", grande parte do mercado. Esta atividade ilegal beneficia somente alguns fabricantes, revendedores de materiais e construtores inescrupulosos, e prejudica o usuário final da habitação.

Nos segmentos industriais direcionados para a produção de materiais de construção para habitação, observamos também que a tendência do mercado é se concentrar em marcas comerciais conhecidas, ou em não-conformidades sistemáticas; que até 10% da produção em não-conformidade, devida à falta de capacitação tecnológica das empresas, não desestabiliza o mercado; e que poucas empresas com capacitação tecnológica e volume de produção em não-conformidade sistemática desestabilizam toda a qualidade do segmento. Dessa forma, o PBQP-H propõe-se fomentar a capacitação tecnológica das empresas que desejam produzir em conformidade com as normas técnicas, e combater a não-conformidade sistemática, visando sempre a melhoria da qualidade na produção habitacional.

A não-conformidade técnica de materiais e componentes da construção civil resulta em habitações e obras civis de baixa qualidade, afetando o cidadão, as empresas e o habitat urbano como um todo. Desperdício, baixa produtividade, poluição urbana e déficit habitacional fazem parte de um cenário, que o Sistema de Qualificação de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos se propõe a transformar, em parceria com o setor privado.

Essa transformação já apresenta resultados: antes da implantação do Sistema, o percentual médio de não-conformidade dos materiais e componentes da construção civil habitacional estava em torno de 50%. Com a implementação dos Programas Setoriais da Qualidade (PSQs), conseguiu-se reduzir este percentual para aproximadamente 20%, sendo que alguns segmentos já atingiram níveis próximos a 100% de conformidade.